Volatilidade Brasil pós-politica, Bolsa Brasil, bolsa americana, ativos com 500% de alta em 5 meses
TL;DR
Notícia política na sexta (Flávio como pré-candidato) derrubou Bovespa 7 mil pontos gerando volatilidade, mas a tendência de longo prazo segue altista. O mercado americano mantém seu rally de Natal com oportunidades em setores defensivos (nuclear) e especulativos (quântico). A chave é comprar recuos em tendências de alta com setups técnicos perfeitos (estocástico sobrevendido + 1-2-3 de compra), nunca em topos. Celeste subiu 500% em 6 meses: nem só cripto, também mercado de renda variável oferece oportunidades brutais.
Conceitos principais
Volatilidade política vs tendência de longo prazo
- Timestamp: 01:04
- O que ele diz: Quedas violentas causadas por notícias políticas (como a declaração de Bolsonaro sobre Flávio) não anulam a tendência de alta de longo prazo. O pânico passa, mercado recua para suportes e continua subindo. Isso é natural em tendências altistas.
- Aplicação prática: Não vender no pânico durante quedas políticas. Usar esses recuos para comprar ativos bons com desconto, especialmente com setups técnicos confirmados.
Meses mais fortes do ano na bolsa
- Timestamp: 00:25
- O que ele diz: “Abril e novembro são dois meses poderosíssimos para se estar posicionado na bolsa Brasil e na bolsa Estados Unidos.” Dezembro tem o rally de Natal, que costuma entregar ótimos resultados nas 2-3 semanas antes do Natal.
- Aplicação prática: Aumentar exposição comprada nesses períodos. Estar mais agressivo em novembro e abril. Rally de Natal = viés comprador dezembro/início janeiro.
Gestão fiscal brasileira e impacto nos juros
- Timestamp: 01:50
- O que ele diz: Brasil gasta mais do que arrecada em impostos, criando impossibilidade de reduzir taxa de juros. Juros altos sufocam a economia, geram quebra de empresas (recorde histórico em 2024). Não adianta aumentar impostos: isso empobrece quem trabalha e cria dependência de programas sociais.
- Aplicação prática: Usar cenário de juros altos/instabilidade fiscal para operar seletivamente ativos com setup perfeitos. Estar ciente que contexto macroeconômico ruim = oportunidades em mercado americano ou setores defensivos.
Compra em fundos, não em topos
- Timestamp: 22:31
- O que ele diz: “Não se compra topo de tendência de alta. A gente quer comprar fundo em tendência de alta.” A gente quer comprar recursos (pullbacks, recuos) dentro de tendência altista, não rompimentos de topo.
- Aplicação prática: Esperar o mercado fazer pullback para média móvel, tocar suporte, colocar estocástico sobrevendido. Aí sim entrar com stop curto e alvo longo.
1-2-3 de compra e setups de entrada
- Timestamp: 18:30
- O que ele diz: Padrão de 1 (fundo), 2 (topo anterior rompido), 3 (recuo para média). Confirmado com estocástico sobrevendido, divergência positiva, reversão positiva.
- Aplicação prática: Depois que rompe 2 de compra, esperar pullback até zona de suporte (média, topo anterior). Ali com estocástico baixo = entrada com stop abaixo da mínima e alvo 2-3x o risco.
Setor nuclear e quântico: teses de longo prazo
- Timestamp: 19:00
- O que ele diz: Setor nuclear e quântico tiveram pullbacks de 3 semanas, levando pessoas a achar que “morreu”. Não morreu. É natural em tendências de alta: perna alta, perna baixa, perna alta. Recuos são oportunidades, não sinais de morte.
- Aplicação prática: Manter posições em empresas boas desses setores durante recuos. Usar recuos para comprar mais com setup perfeito. Novembro/dezembro = volatilidade, janeiro em diante = retomada.
Cup and handle (xícara e alça)
- Timestamp: 25:38
- O que ele diz: Padrão de xícara e alça: base da xícara, subida para alça, recuo na alça. Ao romper a alça, pega a amplitude da xícara e larga como alvo para cima.
- Aplicação prática: Identificar a formação, esperar romper a alça, projetar amplitude. Padrão de continuação muito confiável em tendências.
Ativos defensivos vs especulativos
- Timestamp: 27:13
- O que ele diz: Ouro e mineração de ouro (como Agnico) são defensivas, atreladas a hedges. Mas continuam em tendência de alta. Roblox, quantum, supercondutores são especulativas, maior volatilidade, maior potencial.
- Aplicação prática: Balancear portfólio: núcleo defensivo (ouro, utilities), satélite especulativo (quantum, nuclear). Riscos diferentes requerem posição diferentes.
Ativos/setups mencionados
Brasil
- BBDC11 [09:03]: Duplo topo ruim, perda de mínima abre viés de recuo. Considera trava de baixa, alvo R$ 18
- ITUB4 [10:55]: Padrão feio, trap em topo anterior
- BPAN4 [10:58]: Fundo em 17.59, próximo suporte em R$ 15
- UNIP6 [16:41]: Excelente empresa, reversão positiva, estocástico sobrevendido, alvo R$ 93 (40% de alta)
- USIM5 [14:18]: Ruptura de tendência de baixa, pullback em 3 tempos (A-B-C), onda 3 de alta, alvo R$ 18+
- DÓLAR futuro [12:28]: Rompeu máxima da semana anterior, 1-2-3 de compra, sinal comprador
Estados Unidos - Setor Nuclear
- UEC [19:00]: Alvo voltar para região de quase 70% de alta
- SMR [19:18]: Indica desejo voltar para 100% de alta
- NNE [19:18]: 46% de alta, estocástico sobrevendido, stop curto
- URNM (ETF nuclear) [19:46]: Relação risco/recompensa perfeita, alvo ~26%, stop ~9.75%
Estados Unidos - Setor Quântico
- QBTS [22:42]: Tendência de alta clara, 1-2-3 de compra, rompeu, estocástico sobrevendido, alvo 107% para cima
- IONQ [25:16]: Padrão cup and handle pronto para romper, alvo 144, falam de 10x
- KETH (ETF quantum) [26:26]: Gerou entrada na ruptura, +3.5% em <5 dias
Estados Unidos - Outros Setores
- AEM (Agnico Eagle) [27:13]: Mineração de ouro, tendência de alta, objetivo romper topo histórico
- GXO [28:24]: Canal de alta, suporte em meia amplitude, entrada semanal, alvo 27%
- AAP [29:03]: “Sexy demais”, canal de alta claro, 1-2-3 de compra, stop 23%, alvo 80%
- AMPH (supercondutores) [30:14]: Canal de alta, topo rompido, 1-2-3 de compra, alvo relação risco/recompensa perfeita
- ANF (Anfenol) [31:20]: Topo histórico prestes a romper, setor farmacêutico, stop curto abaixo de 131, alvo 2x
- CCJ (Cameco) [32:46]: Topo histórico, pullback em topo anterior, 1-2-3 de compra
- CLS (Celeste) [33:00]: Subiu 500% em 6 meses, rompendo, oportunidade
- NET (Cloudflare) [36:21]: 1-2-3 de compra em suporte, estocástico sobrevendido
- NVDA [36:36]: Potencial +13% até topo histórico, depois segue alta, mercado tenta vender cheap
- PLTR (Palantir) [37:06]: Subindo para topo histórico, vai romper, busca 7
- RBLX (Roblox) [37:15]: 41% de alta, stop curto, alvo longo, apesar de não gostar da empresa
- RDT (Reddit) [37:44]: Belíssimo movimento
- RKLB (Rocket Lab) [37:47]: “Ligaram os foguetes”, potencial ir para 100 dólares em velocidade brutal, já passou ponto
- SHOP (Shopify) [38:36]: Lindo, deu movimentada
- SMCI (Symbolic) [38:58]: Automação e robôs, acumulação, alvo em 193
- VRT [39:29]: Excelente ativo, 1-2-3 de compra após romper topo, pullback tocando suporte
- WPM (Won Press Metals) [40:07]: Indo pro topo histórico, setor mineração
Frases marcantes
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“Abril e novembro são dois meses poderosíssimos para se estar posicionado na bolsa Brasil e na bolsa Estados Unidos.” [00:25]
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“Não se compra topo de tendência de alta. A gente quer comprar fundo em tendência de alta.” [22:31]
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“Isso não é fake nety, isso aqui é net total, tá, galera? Isso aqui é realmente um movimento de alta dentro de uma tendência de alta bem estabelecida.” [20:06]
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“Como é bom operar mercado americano, cara. Nossa senhora.” [31:33]
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“Honestamente falando, nem a galadora, vestida de Mulher Maravilha no filme consegue ser tão sexy quanto essa ação nesse momento.” [29:07]
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“A humanidade não vai nunca mais usar supercondutores? Não, né? Olha o canal de alta. Olha o topo anterior rompido aqui.” [30:24]
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“Celest em 6 meses subiu 500%.” [33:39]
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“Ligaram os foguetes na Rocket Lab. Olha que tiro foi esse?” [37:47]
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“Tenho que ser um gênio do mercado financeiro para central.” [34:13]
Referências cruzadas
- Análise de rally de Natal (Christmas rally): padrão sazonal no mercado americano
- Índice CDS (Credit Default Swap) Brasil: mede risco país, sobe em anos de eleição
- Diferencial de taxa de juros Brasil vs EUA: driver para movimento de dólar
- Teses setoriais: energia nuclear, computação quântica, supercondutores, mineração de ouro (hedges geopolíticos/inflação)
- Gestão fiscal brasileira: conexão com política monetária (SELIC) e rentabilidade de ativos locais